09/09/2006

BIG BANG?

Descobriu-se uma era pré Big Bang!!!
Trata-se da Era-Benfica-Campeão-Europeu!
A VERDADE DE DAVID E GOLIAS

Durante este Verão, estive a investigar esta HISTÓRIA bíblica, tendo em conta a inverosimilhança da existência desse personagem que, segundo o livro que contém mais balelas da HISTÓRIA, a Bíblia Sagrada (seguido de perto pela Tora, o Al-Corão e, mais recentemente, O Principezinho), seria um gigante que era o manda-chuva da zona até que apareceu um puto com um calhau e acertou-lhe na testa, matando-o de imediato.
Ora bem, como já é costume, era mentira, e tambem não tão raro assim, cabe-nos a nós desvendar o que REALMENTE aconteceu.
Para já, Golias pode orgulhar-se de ser a primeira pessoa da HISTÓRIA a influenciar um jogo de computador, pois ele era, nem mais, nem menos, que Goro (para os mais leigos, aquele gigante de 4 braços e feio que nem o equipamento suplente do FCP, o mais conhecido boss do Mortal Kombat).
O que, obviamente lhe dava uma vantagem estratégica, pois com quatro braços pode-se...bem...pode-se fazer mais coisas do que com dois, claro está!
Goro "o Gigante" Golias era o rei dos Filisteu, fartava-se de desafiar os outros para combates, mas nunca ninguem o conseguia derrotar, pois ele era claramente superior.
Nem mesmo Jeová conseguiu ter sorte contra Goro. Convenhamos que foi mesmo falta de sorte, pois fora um mero acidente que deu a vitória de Golias contra Jeová*.
Até que um dia um puto viciado em jogos de ábacos o desafiou para combates até ao fim com a Cidade do Cabo como local de batalha. O seu nome era David.
Goro aceitou, rindo-se e aceitando a estranha proposta do jovem nerd, não sabendo que David tinha descoberto a cheat para ter créditos infinitos (aquilo que, até prova em contrário terá sido a primeira cheat da HISTÓRIA).
E então o Médio Oriente ficou livre de Goro para sempre, podendo ter conflitos entre muitos mais povos ao longo dos anos, já que Golias acabara a lutar eternamente contra David que, apesar de ser sempre derrotado, tinha sempre mais oportunidades e continuava constantemente e, em vão a atirar pedras contra o Gigante, embora falhando sempre e acertando sempre no mar ou nas naus que por lá passavam.
Ou melhor...teriam ficado eternamente a lutar se o famoso dirigente de um clube futebolístico brasileiro, Vasco da Gama, não tivesse passado por lá e derrotado logo Goro com o mítico "Frente+Frente+Murro Alto".
Isso deixou David, já velho e sem vida (apesar de ele nunca ter tido propriamente uma vida pessoal), sem absolutamente nada por que lutar. E foi Game Over para ele.
Só para acrescentar que Goro significa Adamastor na língua de Camões.

*O facto de eu saber e acreditar nisto não faz de mim, de modo algum, testemunha de Jeová!

07/02/2006

A VERDADE SOBRE MAOMÉ

Devido a problemas políticos, decidimos não publicar este post.
Agradecemos, desde já, a sua compreensão.

25/08/2005

Justificação


Nós escrevemos pouco porque andamos sempre em investigação.

31/05/2005

Jesus Cristo e os Apóstolos



Bem, após vários meses de investigação teológica da minha parte e de mais uns historiveritadores (entre os quais 5 estagiárias que, devo dizer, me deliciaram bastante), finalmente foi levantado mais um pedaço do véu da HISTÓRIA.

Jesus Cristo, como já foi dito, foi fundador da taverna Central. Mas, há muito mais para ser dito sobre esse grande génio da HISTÓRIA da humanidade que, segundo dizem, desempenhava mais funções do que o Leonardo da Vinci e o Miguel Sousa Tavares juntos.
E foi, finalmente, descoberta a principal função dele.
Treinador de futebol!
O campeonato palestiniano era dominado pela AARCJ (Associação Académica Recreativa Cultural de Jerusalém), - treinada por Pôncio Pilatos - que varria as outras equipas sem dar qualquer tipo de chances.
Até que, um dia, surgiu uma equipa. A equipa que todos estavam à espera, que os profetas futebolísticos da altura (entre os quais, um antecessor genético de Gabriel Alves) diziam que ia ser a equipa que ia mudar o futebol palestiniano (e que estava, inclusivamente, profetizada no "Livro de Regras do Futebol da Antiguidade na Palestina", que, mais tarde, passou a ser conhecido como "Antigo Testamento" escrito pelo fundador da FIFA, Moisés.
Não podiam estar mais perto da verdade.
Contra tudo e todos, aquela equipa que ninguem dava nada por ela, o Dinamo de Nazaré, fez furor, recolhendo títulos não só em termos nacionais, como tambem em competições internacionais.
Eram imparáveis e, a maior parte do seu sucesso se devia ao grande treinador Jesus Cristo.
Ninguem dessa época se deve ter esquecido, certamente, do famosíssimo 6-5 contra a AARCJ na final do campeonato (em que se disputava uma final entre os 2 primeiros classificados, caso a diferença fosse menos do que 6 pontos), após estarem a perder por 0-5 ao intervalo.
Jesus Cristo era muito mais evoluido tacticamente que os outros - uma façanha que, segundo as escrituras, só acontece mais ou menos de 2000 em 2000 anos; hoje em dia, o sucessor de J.C., que cumpre a profecia é J.M., José Mourinho - e ganhou tudo o que tinha que ganhar, apesar de, na final da taça internacional (era a única competição internacional que havia), ter sido, pela única vez na HISTÓRIA do clube ao comando de J.C., eliminada pelo CSKA de Esparta na final, curiosamente disputada no próprio estádio do Dinamo (*).
Porém, as vitórias de Jesus Cristo eram fortemente contestadas, pois havia quem acusasse os jogadores da sua equipa de, milagrosamente, nunca contraír lesões que durassem mais do que 3 minutos (mesmo quando partissem a coluna ou apanhassem lepra); as bolas iam sempre ao poste e, por vezes, faziam trajectórias estranhíssimas, contrariando as leis da física e entrando na baliza do adversário. Havia mesmo quem falasse em "ajuda divina". Mas, enfim, as vitórias não podiam ser contestadas.
A equipa base era:

Guarda-Redes: André;
Lateral Direito: Bartolomeu Natanael;
Central 1: Tiago (Filho de Alfeu);
Central 2: Tiago (Filho de Zebedeu);
Lateral Esquerdo: João "Carioca";
Trinco: Judas "Carniceiro" Tadeu;
Médio Central: Mateus;
Médio Direito: Filipe;
Médio Esquerdo: S. Pedro (capitão);
Avançado Centro: Simão Zelote;
Ponta de Lança: Tomé;

Treinador: Jesus Cristo

Banco de Suplentes: J.Iscariotes

Apenas dispunham de 12 jogadores no plantel, sendo a equipa conhecida pel'"Os Apóstolos".
Jesus Cristo era o treinador, sendo por isso tratado por "Mister", e como não era qualquer treinador, era O treinador, sendo costume dizer-se, na altura, "Jesus Cristo é O Mister!".

(*) Dinamo de Nazaré SAD 0 - 1 CSKA Esparta (a.g. J. Iscariotes 90')

23/02/2005

Hércules, biografia revista



O homem era um mito. Minto. O homem era uma lenda. E, como todas as lenda, nasceu no topo da montanha, mais precisamente no ponto mais alto do território português, que é a montanha do Pico. Foi baptizado com o nome Heracles, mas ficou Hércules para os amigos. Foi mau aluno, principalmente nas aulas de português; para ele era tudo grego. Na adolescência, deixou o crescer cabelo. Cultivava um melena digna de um avançado italiano. "Isso é coisa de paneleiro, meu filho", dizia o pai, Elizeus. Não servia de nada. Hércules penteava-se demoradamente, com uma escova de pêlos de cerdo, e ficava horas a admirar-se no espelho. Um dia, o dinheiro já não esticava para a família toda e o jovem teve que arranjar trabalho. Na realidade, arranjou doze trabalhos, mas acabou por se dar mal em todos:

1: Enforcou o Leão de Neméia (Benfiquista fanático, não suportava a ideia de ter leões na zona).

2: Matou a hidra de Lerna (Versão oficial: matou Lerna na sessão de hidromassagem. Lerna era uma drag queen).

3: Capturou a corça de Cerinéia (Um Corsa completamente alterado, todo tunninficado, duas portas, comercial, um alta fidelidade nas estradas. Cerinéia ficou fula e fez queixa na esquadra).

4: Capturou o javali de Erimanto (Roubar o porco do vizinho dá cadeia).

5: Limpou os estábulos de três mil bois (Arrependeu-se por cada vez que se baixava de costas para eles...).

6: Matou com flechas as aves dos pântanos (Matar espécies protegidas dá cadeia).

7: Capturou o touro de Creta (O gajo não era touro, era corno. A Creta é que era uma vaca).

8: Capturou as éguas antropófagas de Diomedes (Outro vizinho, cujas filhas ninfomaníacas espantavam a estrangeirada toda).

9: Levou à Edmeta, filha de Euristeu, o cinturão de Hipólita, rainha das guerreiras amazonas (Foi justo. A Edmeta tinha ganho o concurso de misses e merecia muito mais que a Hipólita, que era um camafeu).

10: Levou ao rei um rebanho de bois (Aqueles bois, de um antigo trabalho de Hércules. Pois é... Fetiches da realeza.).

11: Trouxe as maçãs do jardim das Hespérides (Roubar a fruta do vizinho dá cadeia).

12: Apoderou-se do cão Cérbero, guardião das portas do inferno (Primeiro, o porco do vizinho. Agora, o cão do porteiro. Cadeia, claro!).

Hércules acabou por casar com Dejanira, uma cabeleireira que passava o dia a cantar coisas inventadas por ela: “Porque eu só quero ir onde nunca vou!...”. A vizinhança dizia que a rapariga cantava estas coisas, porque Hércules passava o tempo a comer fora de casa e não a levava a passear.
Um dia, Dejanira foi falar com uma das macumbeiras que presta serviços no FCP, para que o seu marido lhe fosse fiel. A macumbeira deu-lhe a receita de um arroz de cabidela bem molhadinho, chamado “Filtro do Amor”. O sangue tinha de ser de franga, mas com o Hércules no fundo de desmprego, não havia dinheiro para esses luxos gastronómicos. Por isso, o sangue acabou por ser de rata. Assim, Dejanira, a quem a rata já tinha entrado em putrefacção há vários anos, por falta de uso, acabou por causar a morte a Hércules, que não resistiu a uma desinteria depois de comer o arroz. E de pouco serviu a tal macumba, pois consta-se que este Don Juan da antiga Grécia, mesmo depois de morto, ainda se casou com uma das gandas malukas do Olimpo, a Hebe.

22/02/2005

A Descoberta do Brasil


Como é do conhecimento geral, Pedro Álvares Cabral descobriu o Brasil em 1500. Ainda hoje essa descoberta é rodeada pela polémica de ter sido uma descoberta acidental ou não. Aqui n'A Verdade da HISTÓRIA vamos desvendar esse mistério.

Um dia, Pedro Álvares Cabral estava a tomar uns banhos de sol na praia do Restelo e a beber umas caipirinhas rodeado de míudas de tanga e em topless e bem avantajadas e excitadas e dispostas a fazer qualquer coisa para passear no iate do Pedro quando recebe um telefonema do rei D. Manuel a dizer que lhe apetecia comer caril de frango mas que não tinha caril.
D.Manuel - Tou? Pedro?
Pedro (rodeado de gajas) - Ahhhh...quem fala?
D.Manuel - É o rei.
Pedro - AHHHH....diz lá. Q'é que queres?
D.Manuel - 'Tou c'uma fome dos diabos e apetece-me um caril de frango e umas chamuças. Mas não tenho caril nem chamuças. Não te importas de ir à India buscar uns kilos de caril e umas quantas chamuças?
Pedro - UHHHH...e tem de ser agora? 'Tou aqui com umas babes bem jeitosas e malucas.
D.Manuel - Pá. Eu sou o rei. Eu mando.
Pedro - Oh, ...AHHHHH...'tá bem. Mas pagas-me a gota do iate?
D.Manuel - Pode ser. Mas para de gemer enquanto falas comigo.
Pedro - IIHHH..UHHH...AHHH. Ok. Daqui a uns dias trago-te essa merda. Entretanto vai encomendando umas pizzas.
(desliga-se o telefone)

Então Pedro ligou a uns amigos para lhe fazerem companhia até à India no seu iate com as gajas em topless e de tanga e lá partiram todos pelo Oceano Atlântico.
Na altura, ninguém conhecia o Brasil...ou quase. Pedro era um grande animal da noite e conhecia tudo que se passava no movimento underground e conhecia as casas de alterne de todo o mundo. Sim, já naquele tempo o Brasil era um paraíso sexual para os homens ricos europeus.

Já a bordo, e com um amigo do Pedro como DJ a fazer as hostes, ocorria uma grande festa e, como era de esperar, grande orgia com as gajas em topless e de tanga. Todo o tipo de drogas era consumido a bordo. Passou uma noite e, na manhã seguinte, quando Pedro acorda, descobre que a droga tinha acabado na noite anterior e que ia ser preciso fazer um carregamento. É aqui que se lembra que tem um grande amigo que já não vê há muito tempo que vende todo o tipo de drogas no Brasil e decide fazer um desvio na rota da viagem para se abastecer. Só que no estado de ressaca em que se encontrava, esqueceu-se que o Brasil era um local secreto que só ele a bordo conhecia. Quando chegaram ao Brasil, Pedro saiu sozinho do iate dizendo "Já venho" ao resto da tripulação. Enquanto foi buscar droga, os amigos de Pedro viram em terra mulheres de outra raça também em topless e de tanga como as que estavam a bordo e convidaram umas quantas a embarcarem. Pedro voltou cheio de droga, mas tarde demais. O seu segredo já tinha sido revelado por uma indigena que estava na cama com um amigo e já toda a gente sabia que aquela terra era o Brasil. Pedro ficou furioso e só queria era voltar para casa e esqueceu-se de ir buscar o caril para o rei à India.
Chegados a Portugal, D. Manuel esperava Pedro na praia do Restelo. Quando Pedro sai do iate, D. Manuel pergunta "Então o meu caril?". Pedro não responde mas é salvo por um amigo que apresenta a D. Manuel as indias em topless e de tanga e D. Manuel fica fascinado com elas. Então D. Manuel revela a descoberta do Brasil e afirma "É uma grande descoberta para Portugal! Principalmente para todos os empresários e para as empresas que pagam viagens aos funcionários!".

06/10/2004

A Donzela do Hula- Hoop


Joana d'Arc nasceu em Domrémy, em 1412. Filha de camponeses, desde pequena distinguiu-se pela sua espantosa habilidade a manejar o hula-hoop. Com uma técnica inconfundível, Joana era capaz de manter vários arcos em movimento, desde o pescoço até à ponta do mindinho do pé. Adorada pelos franceses e invejada pelos ingleses, Joana D’Arc integrou a companhia de circo da corte de Bourges, onde se encontrava o Delfim Carlos, herdeiro do trono francês (nessa altura sem poder exercer as suas funções, pois o trono estava a ser disputado por franceses e ingleses, na famosa Guerra dos Cem Anos). Joana, rapariguinha com 13 anos, fez 16 km desde a sua aldeia até Chinon, para participar nos castings. Havia algum tempo que a moça afirmava ver o arcanjo São Miguel e as santas Margarida e Catarina, e que estes lhe diziam para ir ter com o Delfim, pois este podia meter uma cunha e ela integraria a companhia sem grande esforço. A VERDADE DA HISTÓRIA descobriu, através de uma aturada e extensiva análise da Bíblia, que esta gente que Joana dizia que lhe aparecia eram, na realidade, ascendentes da grande família Cardinali: Santa Margarida, uma amazona destemida, Santa Catarina, uma contorcionista fantástica, e São Miguel, o domador de feras. Assim que Joana referiu estes nomes, a companhia aceitou-a imediatamente.
Porém, a miúda queria ir mais longe. No auge da sua carreira, Joana D’Arc ia para os campos de batalha (o que era preciso era carne para canhão, logo ninguém pôs entraves à ideia doida da rapariga). O propósito de Joana era distrair a cavalaria inglesa, cavaleiros e cavalos, com actuações de hula-hoop em plena batalha. Diz quem assistiu que aquilo devia ter sido filmado, que a mulher era um espectáculo, que mesmo com cabeças, braços e pernas a serem lançados em todas as direcções, Joana portava-se como uma profissional! São talentos que raramente voltam a aparecer... Assim, na primeira batalha em que Joana actuou, em Orléans, o entusiasmo dos combatentes franceses, fortalecido pela estranha figura da artista-soldado, fez com que os ingleses levantassem o sítio da cidade. O feito glorioso de Joana d'Arc, pelo qual foi cognominada a Donzela de Orléans, aumentou o seu prestígio, mesmo entre os soldados inimigos.
Após esta vitória, outras viriam, agraciadas pelas actuações artísticas da Donzela do hula-hoop. Mas os bons tempos teriam o seu fim. Joana foi raptada na batalha de Compiègne pelos ingleses e seduzida por vários empresários artísticos que queriam representá-la. Extremamente patriota, Joana não cedia aos ingleses. Dizia que só trabalhava para franceses. Até que Pierre Couchon, que estava do lado inglês, bispo e grande nome da stand up comedy, vendo que Joana d’Arc era tão apreciada e receando que a sua carreira fosse posta em causa por uma pirralha de 19 anos, lançou a polémica: Couchon desconfia que as aparições dos santos e as extraordinárias actuações, que chegavam a demorar horas, sempre com os hula-hoops em movimento à volta do corpo, se deviam à cocaína com que a artista se drogava desde criança. Joana era uma farsa que vinha enganando o seu público, no campo de batalha, há anos. Semelhantes acusações eram gravíssimas. A cocaína era bastante rara e devia ser deixada aos nobres e clérigos.
Joana d’Arc passou de bestial a besta em pouco tempo. Os espectáculos que fazia eram escassos e o público já não a respeitava. Vendo-se em difícil situação económica, a rapariga do hula-hoop fala com o empresário de Houdini, quando este vai a França, durante uma digressão mundial, e entram em acordo: Joana d’Arc passa a ser assistente de Houdini. O primeiro espetáculo tinha lugar na praça do Mercado Vermelho, em Rouen, e era uma verdadeira prova-de-fogo para Joana- num dos números do mágico, a miúda ficava no meio de fados de palha a arder, amarrada a um poste, algemada, acorrentada e amordaçada (porque havia crianças a assistir ao show e não convinha assustá-las com gritinhos de dor); Houdini tinha depois de a salvar das chamas. Aquilo foi ensaiado uma vez e correu bem. Faltava o fogo, mas a arte não se pode prender neste tipo de pormenores. Na hora do espectáculo é que a coisa falhou... E Joana d’Arc, aquela que tanto deu à França, acabou esturricada, perante o olhar estupefacto do público (-Eh,pá! Cheira a porco queimado! Ó Maria, afinal querias ver os truques do Houdini, ou estavas com ideias de vir jantar fora?).